O Encontro
O despertadou tocou mais cedo do que de costume, era um dia comum, mas hoje ele não poderia se atrasar, ainda meio que preguiçoso, ele se levantou. Dopado ainda pelo sono, começou a se preparar para seu dia, como de costume demorou-se no seu banho,, tomou sua xícara de café, pegou algumas coisas que iria precisar levar e pois numa bolsa, e saiu de casa sem se preocupar.
Hoje, se dirigia a um lugar especial, sentia necessidade de sua presença, precisava visita-la, havia muito tempo que não se viam, fazia muito tempo que não a visitava e havia muita coisa para ser dita. Apesar de todo o tempo, a lembrança da ultima vez em que se falaram ainda era recente, o tom de suas palavras ainda ecoavam como música em sua lembrança, seu olhar penetrante e triste ainda brilhava na escuridão dos pensamentos e as palavras da ultima carta que recebera dela, eram como um punhal rasgando sua carne, sua alma.
Chegou cedo para o encontro, mas encontrou a casa aberta, sem pensar em nada foi entrando, se aconchegou no primeiro canto que encontrou de frente para foto dela. Ficou ali parado encarando a foto, enquanto num choro silencioso compartilhava da mesma dor daquele retrato.
Ali as horas demoravam-se a passar, bebia suas lágrimas como se fosse o mais doce vinho branco que ja bebera, e assim passou o dia, daquela forma, ali parado, esperando, até que, ja embriagado pelas lágrimas, criou coragem.
Olhou para o túmulo dela, e por todo cemitério a sua volta, arrumou o local, pegou umas rosas novas que levara, junto com outras que achara ali por perto, e substituiu as velhas, enfeitando a lápide dela, enfim encarou mais uma vez a foto e disse: "enfim estou pronto para o nosso encontro, te amo" e rapidamente pegou uma faca que levara com ele, e sem se importar com mais nada cravou-a em seu coração...
Ela o esperava com os braços abertos, chamando-o...
Hoje, se dirigia a um lugar especial, sentia necessidade de sua presença, precisava visita-la, havia muito tempo que não se viam, fazia muito tempo que não a visitava e havia muita coisa para ser dita. Apesar de todo o tempo, a lembrança da ultima vez em que se falaram ainda era recente, o tom de suas palavras ainda ecoavam como música em sua lembrança, seu olhar penetrante e triste ainda brilhava na escuridão dos pensamentos e as palavras da ultima carta que recebera dela, eram como um punhal rasgando sua carne, sua alma.
Chegou cedo para o encontro, mas encontrou a casa aberta, sem pensar em nada foi entrando, se aconchegou no primeiro canto que encontrou de frente para foto dela. Ficou ali parado encarando a foto, enquanto num choro silencioso compartilhava da mesma dor daquele retrato.
Ali as horas demoravam-se a passar, bebia suas lágrimas como se fosse o mais doce vinho branco que ja bebera, e assim passou o dia, daquela forma, ali parado, esperando, até que, ja embriagado pelas lágrimas, criou coragem.
Olhou para o túmulo dela, e por todo cemitério a sua volta, arrumou o local, pegou umas rosas novas que levara, junto com outras que achara ali por perto, e substituiu as velhas, enfeitando a lápide dela, enfim encarou mais uma vez a foto e disse: "enfim estou pronto para o nosso encontro, te amo" e rapidamente pegou uma faca que levara com ele, e sem se importar com mais nada cravou-a em seu coração...
Ela o esperava com os braços abertos, chamando-o...
Ezequiel Dalfre 15/04/07 - 01:16 AM

Marcadores: soul

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